sábado, 4 de julho de 2020

BOLSONARO PROÍBE O USO OBRIGATÓRIO DE MÁSCARA NAS IGREJAS

Presidente justifica que a obrigatoriedade incorre na violação de domicílio

Foi sancionada  quinta-feira (2), com vários vetos, a lei que disciplina o uso de máscara facial em espaços públicos em todo o território nacional. A foi publicada na edição do Diário Oficial da União  de sexta-feira (3).

O presidente Jair Bolsonaro, porém, vetou a obrigatoriedade do uso da máscara de proteção individual em órgãos e entidades públicas e em estabelecimentos comerciais, industriais, templos religiosos, instituições de ensino e demais locais fechados em que haja reunião de pessoas. Ao justificar os vetos, o Planalto alega, entre outras razões, que a obrigatoriedade “incorre em possível violação de domicílio".

Pelo texto sancionado, os estabelecimentos também não serão obrigados a fornecer máscaras gratuitamente aos funcionários, e o poder público não será obrigado a fornecer o material à população vulnerável economicamente, conforme previsto pelo projeto que deu origem à lei (PL 1.562/2020), aprovado pelo Congresso em junho. A Presidência também excluiu da proposta dispositivo que agravava a punição para infratores reincidentes ou que deixassem de usar máscara em ambientes fechados.
Todos os trechos vetados deverão retornar para análise do Congresso Nacional, que poderá acatar ou derrubar as decisões do Palácio do Planalto.

Prevenção

A Lei 14.019 exige o uso de máscaras cobrindo a boca e o nariz nos veículos de transporte por aplicativos, táxis, ônibus, aeronaves ou embarcações de uso coletivo fretados. Também fica obrigatório nos estabelecimentos prisionais e de cumprimento de medidas socioeducativas. Os órgãos, entidades e estabelecimentos ficam responsáveis por afixar cartazes informativos sobre a forma de uso correto de máscaras e o número máximo de pessoas permitidas ao mesmo tempo dentro do local, nos termos de regulamento.

Segundo a lei, as concessionárias e empresas de transporte público deverão atuar em colaboração com o poder público na fiscalização do cumprimento das normas podendo, inclusive, vedar, nos terminais e meios de transporte por elas operados, a entrada de passageiros em desacordo com as normas.

Dispensados

Pessoas com transtorno do espectro autista, deficiência intelectual, deficiências sensoriais ou quaisquer outras deficiências que as impeçam de fazer o uso adequado da máscara estarão dispensadas da obrigação, assim como crianças com menos de 3 anos de idade.

A nova lei também dispõe sobre a adoção de medidas de assepsia de locais de acesso público, inclusive transportes públicos, e sobre a disponibilização de produtos saneantes aos usuários durante a vigência das medidas para enfrentamento da emergência de saúde pública. A nova norma prevê multa a quem descumprir a medida, com valor a ser definido pelos estados e municípios.
Pelo texto, fica garantido o atendimento preferencial, em estabelecimentos de saúde, aos profissionais de saúde e da segurança pública diagnosticados com covid-19, respeitados os protocolos nacionais de acolhimento médico.

Prevenção

O projeto que deu origem à lei foi aprovado pelo Senado da forma de substitutivo do senador Jean Paul Prates (PT-RN). O texto foi aprovado pelo Plenário da Câmara dos Deputados em 9 de junho.

A proposta determinava o uso obrigatório de máscaras em locais públicos ou locais privados acessíveis ao público, assim como em vias públicas e em transporte coletivo, enquanto durasse o estado de calamidade pública decorrente da pandemia de covid-19. O objetivo era estender a todo o país a obrigatoriedade do uso de máscaras, que já vinha sendo adotado por governos estaduais e municipais. 

A proteção também seria obrigatória em locais fechados, como estabelecimentos comerciais, escolas e igrejas; em veículos de transporte individual de passageiros por aplicativo ou táxis; e em ônibus, aeronaves ou embarcações de uso coletivo fretados. O poder público deveria fornecer máscaras às populações economicamente vulneráveis, por meio dos estabelecimentos credenciados ao programa Farmácia Popular, pelos serviços públicos e privados de assistência social, entre outros, determinava o projeto. O substitutivo acrescentou a população de rua entre as populações vulneráveis que teriam direito a receber a máscara.





******* Fonte: Agência Senado com redação Boa Notícia PB

sexta-feira, 3 de julho de 2020

OPINIÃO Secretaria de Cultura de Campina sucateada e à deriva

Sede da Secult traduz o descompromisso do prefeito com a cultura em CG

A professora e coreografa Giseli Sampaio, por quem tenho imensa admiração e respeito, agora, por mérito,  Secretária de Cultura da  Prefeitura de Campina Grande, foi  colocada  numa barca à deriva pelo prefeito Romero Rodrigues.

Há  quase oito anos que a cena cultural de Campina foi reduzida a "incultura". A cidade do Festival de Inverno regrediu culturalmente por falta de políticas públicas concretas por parte da atual administração municipal. É FATO.

A leitura que se faz das políticas culturais inexistentes em Campina pode ser ratificada  na própria estrutura física que abriga a sede da Secult (antigo Museu Assis Chateubriand).  

Lamentavelmente o prefeito Romero Rodrigues não conseguiu enxergar que antes de ser a cidade do MAIOR SÃO JOÃO DO MUNDO, a terra da  professora Elizabeth Marinheiro, teatrólogo-escritor Hermano José(in memória) e da ativista cultural  Eneida Agra, fora projetada para o Brasil e o resto do planeta por promover  eventos culturais do tamanho da força do seu povo. O Congresso de Teoria  e Crítica Literária foi um deles.

Essa miopia do prefeito impediu Campina de seguir avançando culturalmente e de igualmente priorizar as  políticas culturais. Preferiu optar também pela utilização dos equipamentos para acomodar politicamente os seus aliados e cabos eleitorais do momento.

Desejo êxito para a nova secretária, idônea e dedicada, mas na certeza que nesses 180 dias  últimos da gestão nada poderá ser realizado além dos habituais protocolos já pré-estabelecidos. Quem sabe se Giseli tivesse assumido há pelo menos dois anos a titularidade da Secult  as atividades culturais em Campina poderiam estar "jóia".

É final de um governo  também CULTURALMENTE MELANCÓLICO.




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               Editoria do jornalista Vanildo Silva

Garis da PREFEITURA DE CAMPINA estão ainda trabalhando sem EPIs, denuncia SINTAB

Denúncia do Sintab objetiva preservar a vida dos agentes de limpeza

O diretor de comunicação do Sintab, Flanklin Barbosa, denunciou que os  agentes de lipeza(garis) em Campina Grande estão  trabalhando sem os indispensáveis EPIs - Equipamentos de Proteção Individual -, neste  período de  pandemia do  coronavírus

- Além dos  agentes de limpeza, parte dos  funcionários da saúde em Campina ainda estão trabalhando se os  EPIs -, revelou o  sindicalista.

Franklin criticou o prefeito Romero Rodrigues pela omissão na resolução dessa  preocupante situação que coloca em risco a vida desses trabalhadores.

As declarações do representante do Sintab  repercutiram e entrevista concedida à Rádio Caturité FM.


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          Editoria do jornalista Vanildo Silva

Bolsonaro protagonizou 245 ATAQUES à IMPRENSA no primeiro semestre, revela Fenaj

Bolsonaro promoveu 32 ataques pessoais a jornalistas
A Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) divulgou quinta-feira(02), dados atualizados sobre o monitoramento de ataques contra o jornalismo por parte do Presidente da República, Jair Bolsonaro, referentes ao primeiro semestre de 2020. Foram registradas 245 ocorrências de janeiro a junho de 2020, sendo 211 categorizadas como descredibilização da imprensa, 32 ataques pessoais a jornalistas e 2 ataques contra a FENAJ. São quase dez ataques ao trabalho jornalístico por semana, neste ano.
O monitoramento da FENAJ contempla declarações públicas do presidente em suas lives publicadas no YouTube, conta pessoal no Twitter, vídeos de entrevistas coletivas em frente ao Palácio do Alvorada e transcrições de discursos e entrevistas disponibilizadas no portal do Planalto.
Para além dos números, os dados mostram que as notícias sobre as ações do governo ou a postura do presidente sobre diversos assuntos transformam a imprensa em sua “inimiga”, com a construção de uma narrativa de ataques com o objetivo de promover a descredibilização do trabalho jornalístico e da credibilidade da produção de notícias. Algumas vezes o presidente coloca a imprensa e os jornalistas como “inimigos do País”, por conta de coberturas que o desagradam.
Retrospecto
Entre os meses de janeiro e a primeira semana de março, o presidente Bolsonaro se referiu ao trabalho da imprensa, por diversas vezes, como mentirosa, omissa, sem credibilidade ou confiabilidade, afirmou que a imprensa atrapalha, é uma vergonha, deturpa, esculhamba, tripudia, que falta notícias verdadeiras, chama de fake news, que destrói reputações. No mês de fevereiro, o jornalismo profissional também sofreu ataques misóginos e homofóbicos por parte do presidente.
O presidente chega ao ponto de fazer gestos ofensivos aos profissionais jornalistas que atuam na cobertura em frente ao Palácio do Alvorada, em Brasília, e a contratar um humorista para distribuir bananas.
Em 10 de março é registrada a primeira ocorrência em que o presidente Bolsonaro fala sobre a pandemia do coronavírus. Durante discurso em sua viagem aos Estados Unidos, Bolsonaro fala que a mídia propaga “fantasia”. A partir desse momento, o trabalho jornalístico na cobertura da pandemia é reiteradas vezes alvo do presidente: ele diz que “grande parte da mídia potencializou em cima desse evento”, associa capa de jornal com “busca do caos” no contexto da pandemia, segue afirmando que o povo “foi enganado” por governadores e “grande parte da mídia” em relação ao coronavírus.
Nesse contexto, as diversas outras ocorrências públicas correlatas, como manifestações, presenciais, virtuais ou nas janelas, seriam “inventadas” ou “incentivadas” pela imprensa, que também seria a responsável por “fabricar” crises com seus ministros.
Nas entrevistas coletivas em frente ao Alvorada, estimula que apoiadores ajam com hostilidade à imprensa, especialmente a partir do dia 23 de março. Nesta mesma data, afirma que intrigas alimentam o pânico e que jornalistas “insistem em falar em assuntos” que alimentariam essas intrigas, ao postar em seu Twitter anúncios sobre a covid-19.
Dia 24 de março faz pronunciamento em cadeia de TV e rádio afirmando que meios de comunicação “espalharam exatamente a sensação de pavor” e pela primeira vez associa a atuação da imprensa no contexto da pandemia como causadora de “histeria”.
Na mesma semana, ataca os repórteres que realizam a cobertura no Alvorada, questionando a presença deles no local e se não estão com medo do coronavírus e repete a associação à histeria.  No dia 27 de março, Bolsonaro compara a imprensa a um vírus “pior que coronavírus”.
Conforme os meses vão passando, a postura de descredibilizar a cobertura do jornalismo segue a mesma linha de associar ao terror, histeria, caos, disseminação de pânico. Em junho, mês em que o Brasil ultrapassou 50 mil mortes pela covid-19, Bolsonaro ainda repete que grande parte da imprensa criou “estado de pânico junto à população”, como ocorrido dia 2 de junho, em entrevista coletiva em frente ao Alvorada, ou no dia 5 de junho, quando afirma que veículos de imprensa (cita Jornal Nacional e O Globo) “gosta de dizer que o Brasil é recordista em mortes”.
No dia 9 de junho, diz que as manchetes acusam o governo federal “como se a responsabilidade fosse exclusivamente minha”. Nesse mesmo dia, ele fala que “o pânico foi pregado lá atrás, por parte da grande mídia”, que “teima em rotular este governo”.
Neste último mês, contudo, o número de ataques foi reduzido, com 28 ocorrências, todas classificadas como “descredibilização da imprensa”. Não inserimos neste relatório alguns casos que denotam mudança de postura do presidente em suas postagens no Twitter e discursos oficiais disponibilizados pelo Planalto, em que Bolsonaro usa de expressões de ironia para se referir ao trabalho da imprensa, mas sem desferir ataques.
Agressões a jornalistas
Em abril, Bolsonaro chama jornalistas de urubus e fala que trabalham “amontoados”, sendo que os trabalhadores estavam ali justamente porque eram as condições proporcionadas pelo governo federal. Ele repete dia 10 de abril que repórteres trabalham aglomerados e ironiza que contrariam normas de saúde. Utiliza expressões como “amigos do vírus”, “vírus politizado” e que é a imprensa que quer responsabilizá-lo em questões relativas ao coronavírus.
Em maio, o presidente direciona o ataque à imprensa relacionando a crise econômica como efeito do coronavírus, dizendo que a imprensa deve “parar com essas babaquices, e fazer coisa séria”.
Dia 5 de maio, durante entrevista coletiva no Alvorada, manda jornalistas “calarem a boca” e usa os adjetivos “patifaria” e “canalha” para se referir ao teor de matérias jornalísticas. Na mesma semana, ocorre o episódio sobre ter anunciado um churrasco durante a pandemia para depois chamar jornalistas de “idiotas” por acreditarem em “fake news”.
Nesse período, durante vários dias, o presidente usa os espaços das lives, twiter, vídeos no youtube e pronunciamentos no Alvorada para direcionar ataques à emissora Globo, com o caso do vídeo de reunião ministerial divulgado na íntegra após a saída de Sergio Moro do Ministério da Justiça.
Dia 11 de junho, Bolsonaro se manifesta sobre as agressões físicas a jornalistas no exercício profissional, como os que ocorrem em frente ao Alvorada, por parte de seus apoiadores, e que geraram reação por parte das empresas jornalísticas, que retiraram seus trabalhadores das coberturas: “se são agredidos, saiam dali, pô! Vocês não tão obrigados a ficar ali.”
Violência contra jornalistas
Como a FENAJ vem denunciando desde o ano passado, os ataques de Bolsonaro à imprensa  estimulam a violência contra jornalistas em coberturas diárias. Em 10 de abril, em São Paulo, o repórter Renato Peters estava ao vivo quando teve o microfone arrancado por uma apoiadora do presidente.  No mesmo mês, em Salvador, ao menos dois repórteres foram perseguidos por apoiadores de Bolsonaro.
Em 19 de abril, em manifestação com pautas antidemocráticas e com a participação de Jair Bolsonaro, em Brasília, equipes de reportagem foram agredidas fisicamente e expulsas do local. No mesmo dia foram registradas agressões a jornalistas em Porto Alegre e em Fortaleza.
No Dia do Trabalhador e da Trabalhadora, em 1º de maio, jornalistas e manifestantes em Brasília foram agredidos por simpatizantes de extrema-direita, em protesto de trabalhadores da saúde. Em 25 de maio, apoiadores do presidente xingaram e se aproximaram de jornalistas que cobrem as entrevistas coletivas diárias de Bolsonaro, na saída do Alvorada. O episódio fez com que empresas jornalísticas deixassem de mandar repórteres ao local, reivindicação feita há tempos pela FENAJ e pelo Sindicato do DF.
Mais recentemente, em 22 de junho, apoiadores de Bolsonaro hostilizaram um repórter na Avenida Paulista, em São Paulo, e ele precisou se retirar da cobertura. Além disso, ao longo do semestre, jornalistas que fazem cobertura crítica ao governo foram atacados nas redes sociais, e alguns até tiveram seus dados pessoais vazados, como a FENAJ vem denunciando em seu site.
Ação Judicial
A FENAJ, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal, o Instituto Vladimir Herzog, o Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social, o Repórteres sem Fronteiras e a Artigo 19 protocolaram na terça, dia 30 de junho, uma ação contra a omissão do Governo Federal em promover medidas de segurança para garantir a atuação de jornalistas. 
A ação lembra que os ataques são estimulados pelo tratamento abusivo do presidente e ministros contra profissionais de imprensa, e também pede indenização por dano moral coletivo no valor de R$ 300 mil.
******* Fenaj com redação Boa NotíciaPB

quinta-feira, 2 de julho de 2020

Mais de 700 mil candidatos irão disputar cargos de prefeito e vereador, estima TSE

TSE informa que mais de 140 milhões de brasileiros estão aptos a votar 

Em sessão solene conjunta da Câmara dos Deputados e do Senado Federal na manhã desta quinta-feira (2), o Congresso Nacional promulgou a Emenda Constitucional nº 107/2020, que determina o adiamento das Eleições Municipais deste ano em razão da pandemia provocada pelo coronavírus (causador da Covid-19). Com a decisão, o primeiro turno será no dia 15 de novembro, e o segundo turno no dia 29 de novembro.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, destacou a importância do diálogo institucional que permitiu, em pouco tempo, produzir a solução que acredita ser a melhor para o país. “Agora que o Congresso Nacional cumpriu o seu papel, nós vamos ter no TSE a missão árdua de realizar uma eleição com segurança em meio a uma pandemia”, destacou o presidente do Tribunal, ao afirmar que, até a nova data, espera que a epidemia já esteja decrescente e seja possível realizar o pleito com segurança.
O ministro lembrou que mais de 140 milhões de eleitores estão aptos a votar e se estimam mais de 700 mil candidatos para os cargos de prefeito e vereador. “Portanto, não é uma operação fácil de ser realizada, mas, com o apoio do Congresso Nacional e da sociedade brasileira, esperamos realizar as eleições mais seguras e limpas possíveis. Eu tenho a convicção profunda de que os países passam o que tem que passar para aprimorar e amadurecer. Sairemos dessa crise humanitária dramática com avanços civilizatórios e elevações espirituais que nos ajudarão a fazer um país maior e melhor”, ressaltou.
Durante sua fala, o presidente do TSE se solidarizou com todas as famílias das mais de 60 mil vítimas do coronavírus e agradeceu nominalmente ao conjunto de médicos e cientistas que dedicou seu tempo e conhecimento para orientar as autoridades sobre a melhor forma de enfrentar a pandemia no âmbito das eleições.


*******ASCOM TSE com redação do Boa Notícia PB



VENEZIANO consegue R$ 13,5 milhões para o COMBATE ao CORONAVÍRUS em 106 cidades da Paraíba

VENEZIANO diz que " recursos chegarão em boa hora"

O senador Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB) conseguiu viabilizar recursos junto ao Ministério da Saúde da ordem de R$ 13.558.434,88 (Treze Milhões, Quinhentos e Cinquenta e Oito Mil, Quatrocentos e Trinta e Quatro Reais e Oitenta e Oito Centavos) para investimentos em custeio da saúde, exclusivamente para ações de combate à pandemia do novo coronavírus.

A informação foi confirmada pela assessoria técnica do Ministério da Saúde nesta quinta-feira (02), ao próprio Veneziano, que recebeu por e-mail a Portaria nº 1666, de 01 de julho de 2020, com todas as cidades indicadas pelo Senador para serem beneficiadas com a verba. Os municípios receberão valores de até R$ 300 mil.

De acordo com Veneziano, estes recursos chegarão em boa hora, considerando que a pandemia do novo coronavírus está avançando no interior, como mostram estudos e relatórios de avaliação dos órgãos de saúde.

“Muitos municípios estão mudando da bandeira amarela para a laranja e os prefeitos estão preocupados com as ações que precisam desenvolver para barrar o avanço da pandemia. E para isso, estes investimentos, que são exclusivos para o combate à covid-19, significarão uma grande ajuda”, afirmou o senador paraibano.

Veja, abaixo, a relação de municípios contemplados:

ALAGOA NOVA
ALAGOINHA
ALCANTIL
AMPARO
APARECIDA
ARAÇAGI
ARARA
ARARUNA
AREIA
AROEIRAS
BARAÚNA
BARRA DE SANTANA
BARRA DE SÃO MIGUEL
BAYEUX
BELÉM
BONITO DE SANTA FÉ
BOQUEIRÃO
BORBOREMA
BREJO DOS SANTOS
CABACEIRAS
CABEDELO
CACHOEIRA DOS ÍNDIOS
CAIÇARA
CAJAZEIRAS
CAMALAÚ
CAPIM
CATINGUEIRA
CATOLÉ DO ROCHA
CONCEIÇÃO
CONDE
CONGO
COREMAS
CUITÉ
DIAMANTE
DONA INÊS
EMAS
ESPERANÇA
GUARABIRA
GURINHÉM
INGÁ
ITABAIANA
ITAPORANGA
ITATUBA
JACARAÚ
JERICÓ
JUAREZ TÁVORA
JUAZEIRINHO
LAGOA
LAGOA SECA
LIVRAMENTO
LUCENA
MÃE D' ÁGUA
MALTA
MAMANGUAPE
MARI
MASSARANDUBA
MATARACA
MATINHAS
MOGEIRO
MONTEIRO
NAZAREZINHO
NOVA FLORESTA
NOVA OLINDA
PATOS
PAULISTA
PEDRAS DE FOGO
PIANCÓ
PICUÍ
PILAR
PILÕES
PILÕEZINHOS
PIRPIRITUBA
PITIMBÚ
POCINHOS
POMBAL
PRINCESA ISABEL
PUXINANÃ
QUEIMADAS
REMÍGIO
RIACHO DE SANTO ANTÔNIO
RIO TINTO
SANTA HELENA
SANTA INÊS
SANTA LUZIA
SÃO BENTINHO
SÃO DOMINGOS DO CARIRI
SÃO JOÃO DO RIO DO PEIXE
SÃO JOSÉ DA LAGOA TAPADA
SÃO JOSÉ DE PIRANHAS
SÃO JOSÉ DOS RAMOS
SÃO MIGUEL DE TAIPU
SÃO SEBASTIÃO DE LAGOA DE ROÇA
SAPÉ
SERRA BRANCA
SERRARIA
SOBRADO
SOLEDADE
SOUSA
SUMÉ
TAPEROÁ
TAVARES
TENÓRIO
UIRAÚNA
UMBUZEIRO
VIEIRÓPOLIS
ZABELÊ




*******Ascom com redação Boa NotíciaPB

Presidente do PTB em Campina defende que vice de ANA CLÁUDIA seja indicado pelos partidos coligados

Bruno acredita que o PTB deverá eleger três vereadores em  CG

O vereador-presidente do PTB  em Campina Grande, Bruno  Faustino, defende que o  candidato a vice  que deverá  compor chapa com a ex-secretária de Articulação Municipal do Governo do Estado, ANA CLÁUDIA , possa  surgir das legendas  que integrarão a aliança  irá  apoiá-la. 

- O PTB  não vai impor nomes, mas defende  que  seja indicado  o melhor  entre os partidos do  arco  de aliança que estará referendando  o nome de ANA CLÁUDIA -, ressaltou.

Bruno Faustino, que  vai disputar a reeleição  de vereador, voltou a enfatizar que o PTB tem por   meta, além da  eleição de ANA CLÁUDIA, ocupar de duas a três  vagas na Câmara Municipal de Campina Grande nas eleições de novembro próximo.

As  declarações do vereador repercutiram em entrevista  ao Jornal da Manhã da Rádio Caturité FM, nesta quinta-feira(02).



*******Boa NotíciaPB  e Boa Notícia no Rádio

Hospital de Clínicas do Governo João Azevêdo em Campina já está atendendo pacientes com Covid-19

HCCG dispõe de 113 leitos para tratamento da Covid-19

Localizado no bairro da Prata, com quase 120 leitos, o Hospital de Clínicas do Governo do estado em Campina Grande já está atendendo os pacientes infectados pelo coronavírus desde o último  dia primeiro, quarta-feira.

O investimento de  R$ 24 milhões faz parte do conjunto de ações do governo João Azevêdo no combate a Covid-19 na cidade. Além de leitos disponibilizados pelo Hospital de Traumas, o HCCG também vai dar maior suporte a demanda procedente da pandemia  que vive em Campina o seu instante mais crítico.

Entre médicos, enfermeiros e pessoal de apoio, cerca de  450 profissionais estão trabalhando no Hospital de Clínicas de Campina que será, após a pandemia, transformado em Maternidade Regional com serviços destinados também a cirúrgias eletivas.


*******Boa Notícia PB e Boa Notícia no Rádio
          Editado pelo jornalista Vanildo Silva




          

quarta-feira, 1 de julho de 2020

ELEIÇÕES MUNICIPAIS serão realizadas em NOVEMBRO; PEC aprovada pela CF será promulgada nesta quinta

A PEC foi aprovada pela grande maioria dos deputados

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (1º) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que adia as eleições municipais deste ano devido à pandemia causada pelo novo coronavírus. O placar de votação da PEC no segundo turno foi de 407 votos a 70. Pouco antes, no primeiro turno, foram 402 votos favoráveis e 90 contrários.
Segundo o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o texto será promulgado nesta quinta-feira (2), às 10 horas, pelo Congresso Nacional.

Oriunda do Senado, a PEC determina que os dois turnos eleitorais, inicialmente previstos para os dias 4 e 25 de outubro, serão realizados nos dias 15 e 29 de novembro. Por meio de uma emenda de redação, deputados definiram que caberá ao Congresso decidir sobre o adiamento das eleições por um período ainda maior nas cidades com muitos casos da doença.
“A alteração do calendário eleitoral é medida necessária no atual contexto da emergência de saúde pública”, defendeu o relator, deputado Jhonatan de Jesus (Republicanos-RR). “Os novos prazos e datas são adequados e prestigiam os princípios democrático e republicano, ao garantir a manutenção das eleições sem alteração nos mandatos”, continuou.
Calendário eleitoral

Além de adiar as eleições, a PEC, de autoria do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), estabelece novas datas para outras etapas do processo eleitoral de 2020, como registro de candidaturas e início da propaganda eleitoral gratuita (veja quadro). Apenas a data da posse dos eleitos permanece a mesma, em 1º de janeiro de 2021.

Prazo maior

O TSE ainda analisa as ações necessárias para garantir a realização das eleições com as garantias à saúde. Se houver necessidade de adiamento maior em determinada cidade, a PEC prevê que, após pedido do TSE instruído por autoridade sanitária, o Congresso deverá aprovar decreto legislativo para remarcar o pleito, tendo como limite o dia 27 de dezembro.

Na versão do Senado, essa regra referia-se a caso de um estado inteiro sem condições sanitárias para realizar os turnos em novembro. Para município em particular, a decisão caberia ao TSE. A partir de destaque apresentado pelo bloco do PP, deputados optaram por unificar as normas, mantendo a decisão no âmbito do Congresso.
Outro destaque do bloco do PP, também aprovado pelo Plenário, retirou da PEC determinação para que o TSE promovesse eventual adequação das resoluções que disciplinam o processo eleitoral de 2020. Pela legislação infraconstitucional em vigor, as normas já estão aprovadas desde março e não podem ser alteradas.
Outros pontos

A PEC 18/20 contém outros pontos importantes. Os principais são:

  • os prazos de desincompatibilização vencidos não serão reabertos;
  • outros prazos eleitorais que não tenham transcorrido na data da promulgação da PEC deverão ser ajustados pelo TSE considerando-se a nova data das eleições;
  • os atos de propaganda eleitoral não poderão ser limitados pela legislação municipal ou pela Justiça Eleitoral, salvo se a decisão estiver fundamentada em prévio parecer técnico emitido por autoridade sanitária estadual ou nacional;
  • a prefeitura e outros órgãos públicos municipais poderão realizar, no segundo semestre deste ano, propagandas institucionais relacionadas ao enfrentamento da pandemia de Covid-19, resguardada a possibilidade de apuração de eventual conduta abusiva, nos termos da legislação eleitoral.
Para efetivar todas as mudanças, a PEC torna sem efeito, somente neste ano, o artigo 16 da Constituição, que proíbe alterações no processo eleitoral no mesmo ano da eleição.




















Fonte: Agência Câmara de Notícias


AÇÃO SOLIDÁRIA da Diocese de Campina Grande distribuiu 120 mil quilos de alimentos

A Matriz e demais paróquias continuam recebendo doações

A campanha "Ação Solidária" da Diocese de Campina Grande já beneficiou 49 mil pessoas e distribuiu com milhares de famílias carentes 120 mil quilos de gêneros alimentícios que foram transformados em cestas básicas, durante esses quase quatro meses da pandemia da Covid-19.

Além da Catedral Nossa Senhora da Conceição, todas as Paróquias da Diocese estão envolvidas no serviços de recebimento de doações que  são  imediatamente repassadas para as famílias que se cadastram ou recorrem diariamente ao auxílio da igreja.

Devido ao cenário de necessidade que ainda persiste  no seio de muitas famílias carentes, as Paróquias da Diocese de Capina continua recebendo doações que pode ser feitas presencialmente, por depósito bancário e também online.

Confira, abaixo a relação dos dados referentes na prestação de contas da "Ação Solidária".




*******Boa Notícia PB e Boa Notícia no Rádio
            Editoria do jornalista Vanildo Silva


Emenda de Veneziano garante mais de R$ 1 milhão para construção de quadras poliesportivas em cidades da PB

Sousa, Belém, Esperança e Pocinhos serão beneficiadas com a Emenda de Veneziano

Uma emenda de autoria do senador Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB), de nº 37740003, no valor de R$ 1.063.421,78 já teve recursos liberados para garantir a construção de quadras poliesportivas em quatro municípios da Paraíba. As obras serão executadas pelo Governo do Estado, através da Superintendência de Obras do Plano de Desenvolvimento do Estado (Suplan).

Os recursos garantirão os equipamentos esportivos nas cidades de Sousa, Belém, Esperança e Pocinhos, num valor médio superior a R$ 250 mil cada obra. A informação da liberação dos recursos para o início das obras foi confirmada ao senador nesta quarta-feira (01) pela superintendente da Suplan, Simone Cristina Coalho Guimarães.

As obras serão executadas através do convênio 831424, da Suplan, com contrapartida do Governo do Estado da Paraíba no valor de R$ 143.720,68. De acordo com o órgão estadual, estas quadras poliesportivas irão “atender as necessidades esportivas, recreativas e de lazer das crianças, jovens, adultos e idosos desses municípios e das regiões vizinhas, possibilitando uma nova realidade para este público”.

“É muito gratificante quando vemos que recursos advindos do nosso mandato de senador chegam aos municípios e trazem benefícios diretos à população, como no caso desta emenda que tivemos a satisfação de direcionar para que estas cidades ganhem esses equipamentos esportivos. É reconfortante. Assim continuaremos atuando, em favor de obras e ações que compensem o nosso esforço”, afirmou o senador Veneziano Vital.





*******Ascom com redação do Boa Notícia PB

Transporte "coletivo" de Campina desrespeita normas de prevenção contra a Covid-19

Transporte coletivo em CG é foco de contágio do Covid-19

O descumprimento às normas de distanciamento impostas pelos decretos estadual e municipal e por determinação do Ministério Público continuam sendo flagrantemente desrespeitadas  em Campina Grande pelas empresas de transportes de passageiros(coletivos).

A situação que coloca em risco a vida de parte considerável da população campinense que usa esse serviço diariamente precisa ser evitada pela Prefeitura, através da STTP. Todos os usuários desse sistema estão sujeitos ao contágio do virus da Covid-19.

A iminência da contaminação em massa no interior dos "coletivos" cresce neste instante em que a cidade vive a flexibilidade gradativa da maior parte dos setores da atividade comercial e paradoxalmente o registro de maior número de casos de coronavírus.

Cerca de 100 mil campinenses utilizam diariamente esse sistema de transporte público que além de estar infringindo   às normas elementares de distanciamento não disponibiliza ao menos o  álcool em gel para a higienização das mãos dos usuários no momento de acesso e saída no ônibus.

Pessoas próximas nas poltronas e em pé  podem ser constadas em todos os  ônibus das  empresas de transportes coletivos de Campina, neste  instante.

Por sua vez, lojas, consultórios, igrejas e demais setores na cidade que retomaram as atividades, estão rigorosamente obedecendo as determinações  estabelecidas pelas autoridades  estaduais, municipais e sanitárias.




*******Boa NotíciaPB e Boa Notícia no Rádio
                Editoria do jornalista Vanildo Silva

Mulheres em situação de violência doméstica na Paraíba durante a pandeia dispõem de abrigo provisório

É mais um importante serviço do atual  governo da Paraíba

Mulheres em situação de violência doméstica terão acesso ao serviço de  abrigo provisório na Paraíba até o mês de setembro. As vagas abertas em local sigiloso, a partir desta terça-feira (30), são fruto de uma parceria do Governo do Estado, por meio da Secretaria da Mulher e da Diversidade Humana, do Instituto Avon e uma entidade da sociedade civil.  O projeto de serviço temporário foi criado para atender os casos de violência contra as mulheres, principalmente durante a pandemia do Covid-19, e vem se somar ao serviço da Casa Abrigo Aryane Thays.
As vagas no abrigo provisório são para as mulheres que não estão sofrendo ameaças de morte, mas que querem romper o ciclo de violência. As mulheres podem acessar o serviço por 24 horas, numa urgência, ou até por semanas. Para isso, elas precisam ser encaminhadas pelo Programa Integrado Patrulha Maria da Penha (PIPMP), a Casa-Abrigo Aryane Thais (CAAT), as Delegacias Especializadas de Atendimento às Mulheres (DEAMs) e demais serviços de atendimento que compõem a Rede de Atenção às Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Sexual (Reamcav), como Centros de Referências de Mulheres, Creas, Cras. 
A secretária da Mulher e da Diversidade Humana, Lídia Moura, explica que o serviço de abrigamento provisório é mais uma política de enfrentamento da violência doméstica e familiar implantada na Paraíba numa parceria com o Instituto Avon, que está liberando os recursos para manutenção do abrigo. 
“Buscamos a parceria com a Avon pensando nas mulheres que precisam de um lugar para ir, mas não conseguem buscar um apoio rápido e seguro. Conseguimos com alegria abrir as vagas para atender as mulheres que não se enquadram no perfil de abrigamento da Casa-Abrigo Aryane Thais, que enfrentam risco de vida e/ou aquelas que não tenham medidas protetivas de urgência para serem acompanhadas pelo Programa Integrado Patrulha Maria da Penha. Elas podem acessar o serviço por 24 horas ou até mais de uma semana”, afirma Lídia Moura.
O serviço atenderá exclusivamente mulheres maiores de 18 anos de idade, em situação de violência doméstica e familiar, acompanhadas ou não de seus filhos; obrigatoriamente usuárias encaminhadas e referenciadas pelos serviços de atendimento e/ou enfrentamento da violência doméstica e familiar da Paraíba. Todas serão acompanhadas por uma equipe multiprofissional. 
“Conseguimos alojamentos seguros e humanizados, com a garantia de todas as refeições, acompanhamento psicossocial, cursos de capacitação em gastronomia; confecção de bolsas e bonecas; informática; canto e instrumentos musicais. Além de espaços de lazer exclusivos para as mulheres e filhos e filhas, como piscina, auditórios, refeitórios entre outros”, disse Lídia Moura.
Os serviços que precisam encaminhar as mulheres podem entrar em contato com a Secretaria da Mulher e da Diversidade pelo telefone da coordenação (083 98690-6672) e e-mail (abrigamentoprovisoriopb@gmail.com) para envio dos encaminhamentos e relatórios psicossociais. 
Mais serviços - A Semdh mantém o funcionamento do Centro de Referência da Mulher Fátima Lopes, em Campina Grande, o Centro Intermunicipal de Referência da Mulher, Maria Eliane Pereira dos Anjos, em Sumé, a Casa-Abrigo Aryane Thais e o Programa Integrado Patrulha Maria da Penha. Estes dois últimos mantidos em funcionamento presencial (obedecendo seus fluxos) e os demais com atendimento remoto (disponibilizados números de telefones para o atendimento e orientações).
Disque 197 (Disque Denúncia Polícia Civil) 
190 (Disque Denúncia Polícia Militar - Emergência)
Renovação de Medidas Protetivas Online (99146-7175) 
Patrulha Maria da Penha (3221-1673) 
Centros de Referência da Mulher Campina Grande (98826-8844) e Sumé (99400-7022) 
Abrigamento provisório – (98690-6672)



*******Ascom  com Redação do Boa Notícia PB